:: alessandra ::

Nome completo:
Alessandra Vidal de Negreiros Negrini

Nome artístico:
Alessandra Negrini

Data de nascimento:
29/08/1970

Local de nascimento:
São Paulo, SP

Signo:
Virgem

Idade:
37 anos

Marido:
Otto

Filhos:
Antônio e Betina



:: trabalhos ::

.NOVELAS

2007 - Paula e Taís


2003 - Marília


2002 - Selma


1998 - Rebeca Maciel


1997 - Paula


1995 - Natália


1993 - Clara



.MINISSÉRIES

2006 - Yedda Ovalle Schmidt


2000 - Isabel Olinto


1995 - Engraçadinha jovem



.SERIADOS

28/09/2001 -
Esstresse é normal - Sílvia


23 a 27/06/2001 -
Rapunzel


15/05/2001 -
Armas e Corações - Natália


30/04/1996 -
O Grande amor da minha vida


28/07/1994 - Anjo Vingador



.FILMES

2006 - Cleópatra
(Cleópatra)

2006 - Os Desafinados
(Luiza)

2003 - Sexo, Amor e Traição
(Andréa)

2001 - Um Crime Nobre

1997 -
O Que É Isso, Companheiro?
(Lilia)

1994 - O Relógio do Hospital




:: fontes ::

Ego
Babado
O Fuxico
Glamurama
Estrelando
Terra Gente & TV
Folha Online
Virgulando
Te Contei
Leão Lobo
Paraíso Tropical
Revista Contigo
Revista Caras



:: amigos ::

Ana Lu
Line



:: arquivo ::





História de Fogo


Terça-feira, Outubro 09, 2007
Revista IstoÉ Gente - Outubro 2007
Ela é de Matar
Com o fim do enigma sobre quem matou Taís, o objetivo agora é desvendar a misteriosa Alessandra Negrini, uma mulher para quem ser sexy é ter tesão pela vida.




Desde que apareceu no vídeo esbanjando sensualidade na minissérie Engraçadinha - Seus Amores e Seus Pecados, em 1995, Alessandra Negrini se transformou em referência na tevê brasileira e no imaginário masculino. Doze anos depois, ela mostra que ser sexy não é para qualquer mulher. O jeito, o olhar e o sorriso da atriz transmitem sensualidade naturalmente. Em grande momento profissional, deu vida à diabólica Taís e à doce Paula de Paraíso Tropical, de Gilberto Braga. Aos 37 anos, casada desde 2002 com o músico Otto, de 38, com quem teve Betina, de dois anos, também é mãe de Antônio, dez, do relacionamento com o ator Murilo Benício. Com o fim da novela, viverá o descanso merecido das musas, mas por pouco tempo. Vai relaxar ao lado do marido e dos filhos, mas logo assume nova empreitada. Levará para algumas cidades da Europa a peça As Gaivotas, de Tchekov. Para aqueles que já começam a sentir saudade do olhar provocante de Alessandra, um alento: ela poderá ser vista em breve nos filmes Cleópatra, de Júlio Brassane, e Os Desafinados, de Walter Lima Jr.

Considera-se uma mulher sexy?
Se ser sexy for ter tesão pela vida, então eu sou sexy. E vamos combinar que um pouco de malícia não faz mal a ninguém, deixa a vida mais leve, mais divertida, mais aveludada.

Em que momentos se considera mais sensual?
Sempre que possível, especialmente quando a barra começa a pesar, aí ouço uma voz que fala baixinho dentro da minha cabeça: "Hei, gata garota, tá difícil? Então dá um jeito de ficar mais gostosinho... se entrega".

O que faz uma mulher sexy?
A disposição para a liberdade.

Considera-se mais sensual agora do que aos 20 anos?
Muito mais! Aos 20 anos eu ainda era boba, levava tudo muito a sério. A mulher leva muito tempo pra aprender a ser um pouco mais malandra. O homem não, por isso eles se divertem mais, mas também devem ter outros problemas que eu nem imagino!

Acredita que as gêmeas vividas por você contribuíram para esta imagem?
Cada uma tinha seu jeito de se comunicar: uma mais contida, mais delicada, a outra mais agressiva e exuberante, nas duas coloquei meu desejo, meu amor. Interpretar me dá muito, muito prazer, acho que é isso que o público sente, espero.

Como se sente habitando o imaginário masculino?
Sei lá, é gostoso, me sinto mulher.

Você tem uma vida reservada. Como consegue manter essa discrição sendo protagonista da novela de maior audiência do País?
Não é fácil, às vezes acho que estou sendo invadida e, por mais que eu acredite que é uma ilusão, que na verdade ninguém tem real acesso à minha intimidade, que uma das funções do artista é ser esse objeto de fantasia da sociedade, confesso: não é fácil.

Até que ponto isso interfere na sua vida familiar?
É meio chato pra todo mundo, mas aos poucos vai se criando imunidade, é só não se misturar com a fantasia dos outros, e ter paciência. Quando a novela acaba, melhora.

Como fica a mãe Alessandra Negrini numa fase de trabalho intenso como agora? Sente-se culpada?
Não acho culpa uma coisa saudável. Quando acontece penso: "Por que vou me sentir culpada? Por que estou trabalhando?" Não. Meus filhos estão crescendo fortes e quero que eles tenham uma mãe feliz.

Você já declarou que não gosta do culto à estrelas. Como consegue driblar esse rótulo?
Eu não gosto de culto a coisa nenhuma, e o que a gente mais encontra por aí é o culto à futilidade, esse é o pior de todos. Sou uma estrela quando tenho que ser, quando não, quero mais é relaxar, viver a vida.

Considera-se uma anti-estrela então?
Claro que não! ah, ah... isso seria o cúmulo do estrelismo! Só me esforço para não me deixar aprisionar por esse circo todo. Tenho muito apreço pela liberdade, gosto de poder caminhar pela rua, olhar as pessoas, olhar o mundo. Não é possível que realmente alguém goste de fazer pose o tempo todo.

A persona sexy existe no seu cotidiano? Como você é em casa?
Relax...

É vaidosa em que escala?
Sou vaidosa, mas tento me controlar, pra não deixar a vaidade me trazer mais problemas do que prazer. Nós mulheres temos de estar atentas a isso.

Como equilibra a rotina de dona de casa com a de estrela de tevê?
Uma coisa me dá força pra suportar a outra.

Tem preocupação com a boa forma?
Sim. Tenho uma boa alimentação e faço exercício sempre que possível.

Como seu marido reage ao assédio excessivo sobre você num momento de sucesso como Paraíso Tropical?
Encontrou o jeito dele, se concentrou muito no trabalho, compôs dois discos e saiu cantando pelo mundo afora. Tivemos que agüentar as saudades, mas foi bom assim.

Isto interfere no seu casamento?
Interfere em tudo, mas a vida é feita de interferências simultâneas e sucessivas, não é?

Como reagiu às críticas, sobretudo no início da novela?
Eu penso que o que eu tenho pra dizer como artista é o que eu tenho pra dizer e pronto, não há como ser diferente. É o que eu sinto, como estou vendo o mundo naquele momento, minhas tentativas, meus acertos, minhas imperfeições, meus encontros. Tudo isso está ali na minha composição, é a minha verdade. Quem quiser gostar, muito que bem, quem não quiser...

Que avaliação faz de seu trabalho em Paraíso Tropical?
Foi um trabalho extremamente difícil e prazeroso ao mesmo tempo. Agora no final, dou uma olhadinha pra traz e digo: "Ufa! Parabéns, você venceu!" É uma sensação muito boa, de missão cumprida, de realização pessoal. E é claro, o sucesso da novela, é uma doce recompensa.

Acredita que as gêmeas Paula e Taís serão uma nova referência em sua carreira?
Penso que sim, especialmente porque foi um trabalho dentro de uma obra de grande qualidade, foi uma novela marcante.

Quais os projetos para depois da novela?
Fazer nada. Depois, teatro. Viajo pela Europa com A Gaivota, de Tchecov.



Revista TPM - Outubro 2007
FAMA, FATAL FAMA!
Ela é bonita, vive uma vida ótima no Rio de Janeiro, tem um marido interessante e arrasa na noela das oito interpretando as gêmeas Paula e Taís. Mesmo assim, pe um inferno ser quem ela é. Descubra porque não gostaria de estar na pele de Alessandra Negrini.



Eu que não queria estar na pele da Alessandra Negrini.” É com essa frase ecoando na cabeça que vou ao encontro da moça num domingo de agosto em um hotel carioca onde foram feitas as fotos desta edição. E por que não querer estar na pele de uma das atrizes de maior destaque do Brasil no momento? Sim, porque Alessandra é protagonista em dose dupla da novela das oito, onde faz duas personagens ao mesmo tempo, a boazinha Paula e a má Taís.

A atriz, na estrada há 14 anos – sua estréia na TV foi em Olho por Olho, na Globo, que a chamou para testes quando fazia teatro em São Paulo –, nunca fez tanto sucesso, mesmo na pele da provocadora Engraçadinha, em 1995, da minissérie de mesmo nome. No domingo em que encontra a equipe da Tpm, está na capa do caderno de cultura de um dos principais jornais do país, que exalta a sua atuação.Mas ela também está na capa de quase todas as revistas de fofoca do Brasil. E, quando estreou a novela, há seis meses, foi alvo de um massacre da imprensa. O que es- “ tava em jogo não era a sua atuação e sim um suposto caso com o galã da novela, o ator Fábio Assunção. Imagine ver todo o país fofocando sobre você e opinando sobre a sua vida?

Blindagem antifofocas
“Foi um massacre. Chegou uma hora em que parei de ler jornal, precisei criar uma blindagem”, desabafa. “Você tem que ter saúde e equilíbrio emocional para fazer uma novela, é muito hardcore.” Então teve de ser prática e objetiva. “Precisava acordar, fazer o meu trabalho bem, voltar para casa e conseguir dormir. Nem olhava para banca de jornal. Peguei horror a isso. É muito lixo tentando te invadir.”

Alessandra é uma moça de 37 anos, baixinha e decidida. Paulistana exilada no Rio de Janeiro há mais de uma década, tem personalidade forte e tatuagens espalhadas pelo corpo. No braço direito, leva o nome do marido, o músico pernambucano Otto, com quem teve Betina, de 2 anos e meio. É também mãe de Antonio, de 9 anos, fruto de seu relacionamento com o ator Murilo Benício. Uma mulher que adora fazer compras e ler Proust. Diz que faz arte por necessidade e, ao falar sobre a onda de fofocas que invadiu a sua vida, dá uma resposta certeira: “O que me importa é a arte e a maneira como ela está tocando as pessoas. O resto é lixo”. Mas tanta certeza não significa que ela não tenha se machucado ao ver o seu nome nas páginas de revistas de fofoca. “Sofri muito, de verdade. Chegava em casa e chorava.”Mas a crise passou e ela superou os maus bocados. Hoje, se sente vitoriosa. “Faço análise há dez anos e isso me ajudou muito. Agora consigo entender que as pessoas projetaram uma fantasia em cima de mim porque apareço na TV.”

I will survive
No dia em que encontra a Tpm, Alessandra sorri ao falar que só falta um mês e meio para terminar a novela. Se sente uma sobrevivente. Diz que esse tempo em cartaz a ensinou a ser uma pessoa mais livre e resistente. E conta que, mesmo quando estava triste com as coisas que falavam dela, pensava: “Tenho essa tarefa para cumprir”. Ela lembra que certa hora conseguiu não mais se abalar. “Foi como um parto”, diz a atriz, que, para dar à luz sua filha Betina, passou três dias em trabalho de parto. “Tenho uma certa tendência a passar pelas coisas de forma muito intensa. Não fosse assim, não faria o que faço.”
A entrada na novela das oito mexeu com a vida de Alessandra mais do que podia imaginar. Ela trabalha 12 horas por dia, de segunda a sábado, e, quando chega em casa, gasta mais umas quatro horas estudando as falas do dia seguinte. Não tem tempo para ficar com os filhos, conversar com o marido, muito menos malhar. Quando consegue dar uma volta na rua, é alvo de paparazzi. O marido, Otto, por decisão do casal, foi viajar. Está há três meses tocando fora do Brasil.“Decidimos que o melhor era ele fazer as coisas dele do que ficar comigo no meio dessa loucura.”

Acredita que fizeram o melhor e conta, orgulhosa, que o marido fez dois discos nesse período e que agora toca com um músico bacana pela Europa, depois de ter rodado Nova York.“A pressão de fazer uma novela das oito, o grande espetáculo do Brasil, é pesado também para quem está com você”, admite.

Solidão cravada
Alessandra tem tendência a se sentir claustrofóbica. Sente saudades de São Paulo, mas acha que estaria “mais enclausurada nos Jardins”. Então, mais uma vez, penso: “Eu que não queria estar na pele dela”. Para alguém com tendência à claustrofobia, andar na rua e saber que todo mundo te conhece deve ser terrível. Mas ela diz que não é bem assim, pois as pessoas não sabem quem ela é de verdade. “Ninguém sabe. Nem o Otto, que é meu marido”, garante. “Tenho uma solidão muito profunda, um lugar aonde ninguém chega.”
A atriz, talvez por viver ensimesmada nessa solidão, tem fama de difícil e antipática. Sabe disso – e ri. “Dizem que eu sou difícil. Mas tudo bem, melhor que ter fama de fácil.” Logo depois da sessão de fotos, vamos até o clube onde Alessandra encontra a filha Betina. A mãe abraça bem forte a pequena e desabafa: “Ter filho te dá um chão que você não imagina. Nos momentos mais difíceis, eu chegava em casa, deparava com o olhar de curiosidade que eles têm diante da vida e ficava bem na hora”.
Para ela, porém, a vida não é um anúncio de margarina, como parece ser a de tantas outras celebridades que freqüentam as revistas de fofoca. Você provavelmente não verá fotos da família de Alessandra sorrindo após o fim da novela. Inclusive, porque a atriz não tem idéia do que vai acontecer. Só sabe que vai ter sensações estranhas. “Quando acabarem as gravações, sei que vou sentir um vazio”, diz ela, que não vê a hora de fazer coisas que não faz há meses.“Nunca mais saí para comprar uma roupa, também não fui ao cinema nem li absolutamente nada.” Na lista de compras, roupas para os filhos: “A Betina cresceu e está com as roupas todas curtas, nem parece a filha de uma atriz da Globo”. É uma piada. Tanto que a atriz enche a boca para falar a palavra Globo. Depois disso, ri gostoso e segue a vida andando com a filha domingo adentro.



04/10/2007 - 11h20 - Atualizado em 04/10/2007 - 14h44
Gilberto Braga reúne elenco de ‘Paraíso Tropical’ em sua casa no Rio

Camila Pitanga, Wagner Moura e Alessandra Negrini foram alguns dos atores que estiveram por lá



Tamanho foi o sucesso de “Paraíso Tropical” que o autor e o elenco da trama ainda não se cansaram de comemorar.
Nesta quarta-feira, 3, Gilberto Braga reuniu a direção e grande parte dos atores que atuaram na novela em um jantar na sua casa, em Ipanema, no Rio.
Camila Pitanga, que mais cedo havia confirmado que está grávida, foi muito paparicada pelos colegas e foi à festa acompanhada do marido Cláudio Amaral Peixoto. Ela deixou de assistir à estréia do pai na peça “Após a chuva” por causa do jantar.
Destaques da trama como Alessandra Negrini, Wagner Moura e Glória Pires também estiveram por lá com seus respectivos pares: o cantor Otto, a fotógrafa Sandra Delgado e o cantor Orlando Morais.
O diretor Dennis Carvalho, Vera Holtz, Fernanda Machado, Otávio Muller, Patrícia Werneck, Beth Goulart e muitos outros também marcaram presença. Até atores que fizeram apenas participações especiais na novela, como Deborah Secco e Sérgio Marone – com a namorada, Alinne Moraes -, foram convidados.



29/09/2007 - 09h04 - Atualizado em 29/09/2007 - 11h14
Elenco assiste unido ao último capítulo de 'Paraíso Tropical'

Atores, diretores e técnica da novela de Gilberto Braga se reúnem em churrascaria








O elenco de "Paraíso Tropical" assistiu unido ao final da novela na noite desta sexta-feira, 28. Grande parte da equipe se juntou aos milhares de telespectadores brasileiros exclamando “ohs” e “ahs” a cada surpresa apresentada no folhetim de Gilberto Braga.
A cena revelando todas as maldades do vilão Olavo (Wagner Moura)foi gravada na madrugada da véspera da exibição do capítulo final.
Gilberto Braga, autor da novela, estava com a sensação de dever cumprido. “Hoje eu fiquei olhando mais a emoção do público do que o capítulo. Eu não tinha visto, vou ver direito quando eu chegar em casa. Mas a reação foi tudo que eu sonhava. Foram todos os ‘ohs' e ‘ahs’ na hora que eu queria”, disse.
A protagonista Alessandra Negriri também se disse realizada. “Estou muito feliz, com a sensação de trabalho cumprido”. Enquanto isso, ao lado, Camila Pitanga abraçava a amiga e dizia para os fotógrafos: “Essa mulher é demais”.
Um dos mais emocionados era Bruno Gagliasso. O ator não conseguia esconder a felicidade pelos elogios à sua performance na cena decisiva da trama.
“Aprendi a amar cada vez mais o meu trabalho. Como eu gosto, como eu tenho prazer de chegar em cena e trabalhar. A emoção das pessoas dizendo 'é o Bruninho, é o Bruninho'. Isso me emociona. Não só a emoção, mas o carinho das pessoas comigo. Eu tenho 25 anos. É bonito ver o Toni Ramos torcer, a Vera Holtz dizer ‘é você Bruninho’. Eu acho que todo mundo queria estar ali e fazer aquela cena.”



20/09/2007 - 17h36
Alessandra Negrini passeia com a filha no Leblon

Na reta final de 'Paraíso Tropical', atriz retona a rotina com a família



As gravações de "Paraíso Tropical" estão no fim. Por conta disso, Alessandra Negrini retoma a rotina ao lado da família. Nesta quinta-feira, 20, por exemplo, a atriz foi fotografada passeando com Betina, sua filha com o músico Otto, no Leblon.
Mãe e filha entraram numa loja de roupas. Alessandra segurou a boneca de Betina, enquanto fazia as compras.
O último capítulo de "Paraíso" está previsto para o dia 28 de setembro.



12/09/2007 - 10h45 - Atualizado em 14/09/2007 - 11h34
Alessandra Negrini passa mal

Atriz tem mal-estar e não comparece ao programa 'Mais Você'

Alessandra Negrini faltou ao programa "Mais Você" desta quarta-feira, 13.
O motivo, porém, foi mais do que justificável: a atriz passou mal durante a noite anterior.
Ainda não se sabe o motivo do mal-estar. Na mesma noite, Alessandra esteve em um restaurante japonês no Leblon, Rio, acompanhada do marido Otto.
A morena estava com um ar visivelmente cansado.
Especula-se que o ritmo intenso das gravações finais de "Paraíso Tropical" seja o responsável pelo cansaço da atriz.



14/09/2007 - 08h13 - Atualizado em 14/09/2007 - 09h36
'Adeus ao Paraíso': elenco comemora sucesso de novela em festa

Diretor é eleito o 'Bofe do Mês' em brincadeira da equipe



A equipe de "Paraíso Tropical" já começa a se despedir da novela da maneira que mais gosta: fazendo festa.
Na noite desta quinta-feira, 13, produção e elenco da trama das 20h se reuniram na Zona Oeste do Rio para celebrar o sucesso do trabalho e eleger, mais uma vez, o “Bofe do Mês”.
A brincadeira, que já teve como vencedor os atores Fábio Assunção e Wagner Moura, dessa vez deu ao diretor Cristiano Marques, o Kiko, a faixa de muso.
Alessandra Negrini chegou com Ildi Silva e Fernando Torquatto. A protagonista de “Paraíso Tropical” não quis responder a perguntas sobre o mistério da identidade do assassino que movimenta a novela e também não revelou seu voto na eleição.
Por volta de meia-noite, Vera Holtz anunciou a barbada: Kiko recebeu a cobiçada faixa. Ele negou que tenha feito "campanha suja" usando sua filhinha como cabo eleitoral.
“Foi uma campanha limpa. O pessoal votou porque quis. Fui eleito democraticamente. É legal porque não só atores foram bofe do mês. O que vale é que a festa só existe porque a equipe está unida”, disse o brincalhão diretor.



03/09/2007 - 13h42
Alessandra Negrini no Festival de Veneza

A atriz foi acompanhar a primeira exibição de ‘Cleópatra’, que está fora da competição do festival



Alessandra Negrini passou pelo tapete vermelho do Festival de Veneza neste sábado, 1.
A atriz, que está no ar em “Paraíso Tropical”, acompanhou a primeira exibição de “Cleópatra”, ao lado do diretor do longa, Júlio Bressane.
A atriz de 37 anos interpreta a última rainha do Egito no filme.
Ainda estão no elenco Miguel Falabella - no papel de Julio César -, e Bruno Garcia interpreta Marco Antônio.
O longa foi rodado em 2005 no Rio de Janeiro.



29/08/2007 - 19h58
Alessandra Negrini ganha festa surpresa nos bastidores de 'Paraíso Tropical'

Fábio Assunção, entre outros colegas do elenco, estiveram presentes



Teve festa nos bastidores de "Paraíso Tropical" nesta quarta-feira, 29. Alessandra Negrini completou 37 anos e a equipe organizou um bolo surpresa.
Com direito a 'parabéns', a aniversariante recebeu o carinho dos amigos. A atriz, que vive as gêmeas Taís e Paula, ganhou de presente um painel com os melhores momentos da carreira.



24/08/2007 - 08h55
Dennis Carvalho: encantado com a atuação de Alessandra Negrini em 'Paraíso Tropical'

O diretor da novela das 20h disse que ela foi um presente

Além da audiência excelente de “Paraíso Tropical” - o capítulo de terça-feira, 21 bateu record-, outro detalhe vem deixando o diretor na novela, Dennis Carvalho, muito feliz. Com exclusividade ao EGO, Dennis contou que Alessandra Negrini foi um dos presentes que ele ganhou na história de Gilberto Braga.
“A Alessandra Negrini foi mais um presente que eu ganhei nessa novela. Já tinha feito uns trabalhos com ela – “Desejos de Mulher” e a “Minissérie JK” –, mas agora ela superou todas as minhas expectativas”, disse o diretor.
Para ele, a sua prova de fogo foi desempenhar quatro personagens ao mesmo tempo – Taís imitando Paula e Paula imitando Taís. “Ela venceu o desafio com sutileza e inteligência. Só um talento de uma grande atriz seria capaz disso”.